O Matheus acordou de manhã com dor de barriga. Foi ao banheiro.
Kátia, sua colega de apartamento, tinha saído.
Quando o Matheus termina, aperta a descarga e nada acontece. Ele estava sem água! "Puta que pariu!", diz ele, e sai a procura de um balde para pegar os restos de água que sempre sobram nas torneiras.
Por sorte, ele conseguiu fazer com que o grosso do fruto da dor de barriga se fosse, embora o vaso tenha ficado com pouca água e "cocozinhos de cabrito".
Bem, a merda já havia sido feita - literalmente - e não adiantava mais ficar ali se lamentando. Arrumou suas coisas e foi para onde ele tinha que ir.
Na volta, quando estava quase chegando à casa, encontrou Kátia e foram caminhando juntos.
No prédio, descobriram que alguém do quarto andar havia deixado uma torneira aberta, o que causou uma inundação que paralizou o elevador.
Então, Kátia e Matheus foram de escada. Onze andares pela frente. A cobertura.
Matheus estava subindo devagar para que Kátia pudesse acompanhá-lo no ritmo, pois ela era mais velha e menos dispostas para tais coisas. Ao chegarem no sétimo andar, Matheus se lembrou do ocorrido mais cedo e disse:
- Kátia, vou na frente porque estou apertado para fazer xixi, tá?
- Tudo bem!
Matheus, então, põe-se a subir as escadas em seu ritmo. Chega ao apartamento, abre a porta (a Lei de Murphy não se fez presente e a chava funcionou perfeitamente), corre para o banheiro e dá a descarga com um sorriso de satisfação pela destreza.
Kátia, sua colega de apartamento, tinha saído.
Quando o Matheus termina, aperta a descarga e nada acontece. Ele estava sem água! "Puta que pariu!", diz ele, e sai a procura de um balde para pegar os restos de água que sempre sobram nas torneiras.
Por sorte, ele conseguiu fazer com que o grosso do fruto da dor de barriga se fosse, embora o vaso tenha ficado com pouca água e "cocozinhos de cabrito".
Bem, a merda já havia sido feita - literalmente - e não adiantava mais ficar ali se lamentando. Arrumou suas coisas e foi para onde ele tinha que ir.
Na volta, quando estava quase chegando à casa, encontrou Kátia e foram caminhando juntos.
No prédio, descobriram que alguém do quarto andar havia deixado uma torneira aberta, o que causou uma inundação que paralizou o elevador.
Então, Kátia e Matheus foram de escada. Onze andares pela frente. A cobertura.
Matheus estava subindo devagar para que Kátia pudesse acompanhá-lo no ritmo, pois ela era mais velha e menos dispostas para tais coisas. Ao chegarem no sétimo andar, Matheus se lembrou do ocorrido mais cedo e disse:
- Kátia, vou na frente porque estou apertado para fazer xixi, tá?
- Tudo bem!
Matheus, então, põe-se a subir as escadas em seu ritmo. Chega ao apartamento, abre a porta (a Lei de Murphy não se fez presente e a chava funcionou perfeitamente), corre para o banheiro e dá a descarga com um sorriso de satisfação pela destreza.
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