domingo, 27 de setembro de 2009

Orquestra Arte Viva, Frejat, Zélia Duncan e Fernanda Takai


Descobri sobre esse show a que assisti agora a pouco, ontem. Acordei meio desanimado para ir mas já tinha chamado a psicóloga e acabamos indo. E foi bem bom, mesmo eu tendo me queimado todo no sol.
Se apresentaram a Fernanda Takai, Zélia Duncan e Frejat (nessa ordem). Depois os três juntos cantaram "Exagerado" e "Por você".
Gravei algumas das músicas, as que eu mais gostei.


Catedral



Alma



Por você



Exagerado



Segredos



Qualidade de celular. Não reparem!



E o resultado:




segunda-feira, 22 de junho de 2009

XXXX

Era uma vez um menino esquisito que tinha uma amiga estranha. Ambos adoravam cheiro de chulé de cachorro. Eles se divertiam com qualquer porcaria e adoraaaaavam dormir!
Mas o menino esquisito, como não tinha obrigação com horário, tinha o sono todo errado, coitado. Dormia o dia inteiro e à noite ficava acordado. Isso começou a irritá-lo porque o mundo não foi feito para pessoas que dormem de dia. De madrugada não tem cabeleireiro, não tem faculdade, não tem qualquer trabalho, não tem nada. Só supermercado 24h, alguns McDonald's, Habib's e outras coisas com 's no final (coisas que engordam).
Até que numa madrugada, às 4h20, ele resolveu mandar um depoimento e ficar doido; levantou, fez café, foi pro computador se inscrever nuns cursos online e esperar amanhecer para marcar depilação.
E desde então, o menino esquisito nunca mais dormiu, enquanto a triste amiga estranha precisa estar pronta às 7 da manhã para ir para a faculdade.
A vida é justa? Eike Batista com Roberto Justus!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Animação 3D


Animaçãozinha, bem chula, que fiz no Maya.


quarta-feira, 27 de maio de 2009

Windows Vista

Meu deus do céu!
Eu nunca usei um sistema operacional TÃO RUIM em toda minha vida!! Até mesmo o Windows 98 é melhor que essa merda!
Pra começo de conversa, o sistema de som do Windows Vista é a coisa MAIS COMPLICADA do mundo! Existe volume pra tudo quanto é janela que você abre. Eu uso o iTunes pra ouvir música; a barra de volume do programa é praticamente inútil, já que, quando eu baixo o volume por ele, o som fica baixo e de repente começa a aumentar sozinho pra normalizar com o "som geral" do sistema.
Outra coisa irritante é aquela etapa de confirmação pra tudo quanto é coisa que você vai instalar e algumas que você vai abrir. Fica tudo preto e você tem que liberar o cacetinho pras coisas andarem. Deve dar pra tirar isso, mas ainda não descobri como. Eu acho que nem precisava ter isso. ¬¬
Sem contar todo o espaço que ele ocupa no HD.
Estou só estou esperando pôr as mãos no CD do Windows XP que tenho pra trocar essa merda! O design do Vista não compensa as infelicidades que ele traz.
A Microsoft está descontinuando o XP; uma pena, a meu ver, pois é, de longe, o melhor sistema operacional já feito pela empresa.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Teste de velocidade de digitação


55 palavras


Eu sei, muita inutilidade! hahahahaha
Mas não quero ficar fazendo coisas úteis, não...

sexta-feira, 24 de abril de 2009

E eu cheguei ao fim

Enfim cheguei ao fim de "E nós chegamos ao fim"; o livro que eu vinha lendo fazia meses!
Quero ressaltar que não o fiquei lendo por meses porque ele é ruim, chato, etc.. Gostei bastante do livro. O que me fez ficar lendo por muito tempo foi minha preguiça mesmo, e a internet.
Mas sobre o livro: se trata de um grupo de funcionários de uma renomada agência de publicidade, se não me engano, se passa no final de 1999, início de 2000. E se não me engano de novo, na época em que "estourou a bolha da internet", levando a agência à crise e demissões de funcionários. E é essa sequência de demissões que é mostrada no livro, com bastante humor e realidade.
Uma das coisas que mais gostei foi como o autor trabalha o tempo - volta e avança de um modo inteligente, sem complicar a cabeça do leitor - e como ele demonstra o poder da fofoca!
Para quem se interessar pelo livro, tá aqui.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Sou gauche

Não sei o que eu tenho, de verdade...
Estava indo para a faculdade hoje, e o ônibus para num ponto. Um deficiente físico vai entrar. O cobrador desce, abre a rampa para subir a cadeira de rodas do moço e pronto. Põe o moço para dentro e o motorista fecha a porta do ônibus com a rampa do lado de fora.
Eu sou o primeiro a ver aquilo e fico quieto, olhando. E a rampa vai se esfregando na calçada, soltando faísca. Vai que ela pega no pé de alguém que estivesse andando no mesmo sentido que o ônibus, na beirada da calçada?
Até que alguém vê que a rampa ficou para fora e avisa ao motorisata para parar. Ele para. O cobrador desce, põe a rampa para dentro. Estava toda amassada.
Será que o conserto sai do bolso do motorista e do cobrador? Se sai, minhas desculpas, mas eu sou gauche.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Filosofando um pouco...

É tudo culpa nossa, pois nos acostumamos com o que não deveríamos acostumar.

terça-feira, 10 de março de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Chuta que é macumba!

Crianças, contarei os últimos três dias da minha vida.

Segunda


Acordo ao meio dia com uma puta dor de cabeça. Vou tomar banho, quando entro no box, piso em falso e torço o pé.
Depois do banho, vou me arrumar. Pego meu Ray-ban pra limpar e quando encosto naquela cosinha que fica no nariz, a coisinha quebra. E eu não consigo achar meus outros óculos, daí segue o dia com todo o sol batendo no meu olho sensível por causa da dor de cabeça.
Saído do apartamento, chamo o elevador. Entro. Fico preso por uns 5 minutos entre os andares 7 e 6.
Chego na Liberdade, vou numa universidade lá, uma notícia boa e volto pro metrô. Me perco; me acho numa ladeira enorme e sem fim. Subo-a toda (com o pé doendo), quando acho a estação do metrô, descubro que não era a que eu pretendia ir. Eu andei de uma estação a outra. A pé. Na ladeira. Com o pé latejando.
No metrô, descubro que minha blusa estava pelo avesso. Tiro pra consertar e levo um esporrinho do guardinha, que me disse que não pode ficar sem camisa no metrô.
Desço na Paulista e pego um ônibus pro Senac da Consolação. 5668792756674 horas de engarrafamento na Paulista e chego no Senac. Lá, a gente tem que fazer um pré-cadastro para poder entrar. Com a nossa digital. Pra quem não sabe, eu não TENHO digital!!! Nenhuma máquina consegue ler minhas digitais sem muitas tentativas. Daí fico eu na maquinhinha pra sempre enfiando o dedo no negócio. Entra gente, sai gente, e eu enfiando o dedo no negócio. Enfim, consegui.
Lá eu pego uma senha. Espero duas horas em pé (lembrem-se do meu pé) porque não tinha lugar para sentar. Quando sou atendido, meu problema não é resolvido.
Pego ônibus de volta pra Paulista. Na Paulista pego um ônibus na Augusta, pra casa. Ônibus na Augusta lê-se, "ponto de descida longe da minha casa". E o pé doendo...
Chego em casa, tomo banho, choro, tomo um Dramin, e durmo até o dia seguinte feliz e contente.

Terça


Foi mais leve. Pego ônibus pra Paulista. De lá, pro Senac da Consolação. 7878783990682645 horas no engarrafamento. Chego no Senac, nada resolvido DE NOVO. Volto pra casa e como até morrer.

Quarta


Chego do Bar 8. Cedo, antes das 2h30am. Às 6h acordo com a maior sede do mundo. Vou pra cozinha pegar água. Paro em frente do filtro com minha garrafinha sendo enchida. De repente, tudo fica preto e eu desmaio. Assim, do nada!!! Bato com a cabeça na quina da mesa e ralo o joelho. Sorte minha que o desmaio foi momentâneo e eu logo levantei e fui pro quarto. Depois voltei à cozinha umas duas vezes pra dar um jeito nela e ninguém reparar que alguém caiu ali, porque eu tirei o fogão do lugar, molhei a pia toda e perdi minha garrafinha d'água.
DETALHE IMPORTANTE: Eu não desmaiei por causa do álcool, porque eu não estava bêbado nessa hora. Eu desmaiei porque eu me desidratei. Porque confesso que não tenho bêbido muita água aqui, porque o filtro daqui é muito lerdo e eu tenho muita preguiça de ficar em pé esperando a garrafinha encher (se o filtro fosse rápido, não teria dado tempo de eu desmaiar ¬¬)




Agora beijos. Já tá bom.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

USP

Não foi dessa vez.

[e nem sei se quero mais]

That's weird!

A normalidade com que ela encarou a situação me deixou confuso. O que era aquilo? Uma reação forçada para parecer cabeça aberta, talvez... não sei. Me deixou confuso.
Detesto me meter com meus pensamentos confusos. E agora o climão! Mas apenas por minha parte, será? Gostaria que fosse, mas a normalidade foi estranha o suficiente para eu achar que tem climão pela outra parte.
Enquanto isso, a terceira pessoa parece não saber de nada. Porém, estranhamente, tem se relacionado mais comigo. Hoje me chamou para comer pão, falou meu nome tão alto que até tomei um susto.
...
Não gosto do jeito que ela me trata. Hoje fui pôr roupa na máquina, pedi para que me ensinasse. Me ensinou. Mas depois ela voltou à máquina e fez alguma coisa e não me disse o que era. Faz almoço e me chama para comer. Não quer dividir o supermercado. E me pediu desculpa por uma coisa que eu fiz errado. Não foi bem errado, precipitado talvez, impensado. Eu não conhecia as regras, ninguém me disse os meus direitos. Estava às escuras e fiz o que achei que não era grande coisa diante do que eu havia vendo por aqui.
E agora, de volta ao climão.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Intenção

Embebedá-lo. Levá-lo para o meu quarto, então transar loucamente a noite inteira.
De manhã, acordá-lo com um café da manhã na cama e um pedido de casamento.
Depois do pedido aceito, nos casamos à tarde. No fim do dia, nos mudamos para um canto nosso.
Vivemos dois anos fazendo dinheiro e no terceiro, gastamos tudo na Europa.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Local Area Network

Era um dia comum de trabalho; um saco. De repente entra um cara de porte escandinavo, de aspecto preocupado, ofegante, suado. Pede para usar o telefone, diz que é uma ligação gratuita.
- Eles me acharam. O que eu faço? humm... uhumm... Tá!
O cara pede um café e fica ali. Ele olhou ao redor e todos se voltaram para seus monitores, sem graça. Passa-se menos de um minuto - pareciam horas - e todos reparamos um movimento na rua. O cara se vira para mim e diz:
- Me esconde, por favor?
- Vem aqui pra baixo do balcão!
O dia estava comum mesmo... pelo menos um entretenimento.
Entra um homenzinho horroso que parecia um "joão-bobo" de trezentos quilos que fala do mesmo jeito que um pug respira.
- Você viu um rapaz alto, rronn rronn loiro, magro passando rronn rronn por aqui ainda há pouco?
- Não, senhor.
- Ele está embaixo do balcão!, grita a delinquente cagona do computador seis.
- Fofoqueira!, berro eu. Sabia que eles não vão te dar recompensa? E nem vem achando que você vai sair dessa sessão sem pagar!
- Achei!, diz o "joão-bobo" no walkie-talkie do tamanho da cara dele e maior que a mão.
Um povo com uma roupa igual a do "joão-bobo" entra e pega o escandinavo - que depois vim a descobrir que era de uma cidadezinha do interior do Acre - e me carrega junto. "Você vem também, seu encobridor."
Veja só?! Como alguém do tamanho do "joão-bobo" consegue impor respeito? Eu, hein... Mas a hierarquia é engraçada.
No final das contas, o escandinavo do Acre tinha roubado uma mariola de um feirista. Ainda por cima, roubou uma mariola cheia de formiga.
E eu perdi dinheiro de um dia de trabalho. Mas meu dia não foi um saco e ainda contratei o escandinavo do Acre. Disse que se ele trabalhasse de graça pra mim, pagava a multa dele. E ai dele se fugir de mim; sei onde ele mora: no Acre.
Só não entendi a ligação. Mas pra que, né? Há coisas que não precisamos entender.

Moral da história: às vezes é bom perder por um pouco de diferença.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Tudo pode acabar bem

O Matheus acordou de manhã com dor de barriga. Foi ao banheiro.
Kátia, sua colega de apartamento, tinha saído.
Quando o Matheus termina, aperta a descarga e nada acontece. Ele estava sem água! "Puta que pariu!", diz ele, e sai a procura de um balde para pegar os restos de água que sempre sobram nas torneiras.
Por sorte, ele conseguiu fazer com que o grosso do fruto da dor de barriga se fosse, embora o vaso tenha ficado com pouca água e "cocozinhos de cabrito".
Bem, a merda já havia sido feita - literalmente - e não adiantava mais ficar ali se lamentando. Arrumou suas coisas e foi para onde ele tinha que ir.
Na volta, quando estava quase chegando à casa, encontrou Kátia e foram caminhando juntos.
No prédio, descobriram que alguém do quarto andar havia deixado uma torneira aberta, o que causou uma inundação que paralizou o elevador.
Então, Kátia e Matheus foram de escada. Onze andares pela frente. A cobertura.
Matheus estava subindo devagar para que Kátia pudesse acompanhá-lo no ritmo, pois ela era mais velha e menos dispostas para tais coisas. Ao chegarem no sétimo andar, Matheus se lembrou do ocorrido mais cedo e disse:
- Kátia, vou na frente porque estou apertado para fazer xixi, tá?
- Tudo bem!
Matheus, então, põe-se a subir as escadas em seu ritmo. Chega ao apartamento, abre a porta (a Lei de Murphy não se fez presente e a chava funcionou perfeitamente), corre para o banheiro e dá a descarga com um sorriso de satisfação pela destreza.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Formicidae

Andava por um campo de futebol, num dia chuvoso e cheio de raios. Uma formiga à minha frente e um raio, que cai em cima da pobre coitada. Sinto pena e fico triste.
Mas a formiga sobrevive. Priscila, o nome dela. Ela me disse que adora Miss Dayse e pão de queijo. Vamos caminhando. Sem rumo. A chuva parou. Desisto da lerdeza e a mando subir em mim. Passeamos e passeamos. Nunca tinha visto tanta velocidade, me disse, ela.
Disse-me que queria ir para um tal árvore. Não sabia o local exato, mas me disse "perto do Salesiano; tem um bar perto também, e ninhos de rato". Logo percebi de que árvore ela falava. Então perguntei o porquê daquela árvore. Ela disse que as folhas dessa árvore eram boas para construir; dura.
Para a sorte de Priscila, a árvore estava trocando de pele. Peguei um monte e levei para o ninho dela. A pele trocada era ainda melhor que as folhas.
Deixei Priscila em casa e suas peles. Todas as outras formigas adoraram e, para me agradecer, andaram em todo o meu corpo, para ajudar na minha circulação.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Na rodoviária

Escrito dia 11 de janeiro.

“Tonight your ghost will ask my ghost, ‘where is the love’
Tonight you ghost will ask my ghost, ‘who put these bodies between us’”
Calculation theme do Metric é o que eu ouço agora enquanto espero pelo meu ônibus. Agora percebo que cheguei cedo à Rodoviária, mas eu queria me mexer, então vim antes. São 17h17 (não tô mentindo) – alguém está pensando em mim – e meu ônibus só sai às 20h.
Nesse tempo ficarei aqui, sentado no chão do saguão de embarque, com laptop no colo, escrevendo, provavelmente porque não tenho acesso a internet daqui, senão estaria navegando. Mas não ficarei as três horas que faltam pro meu ônibus sair, até porque a bateria não dura isso tudo.
Tanta gente passa na minha frente... fico tentando imaginar as histórias delas. Para onde estão indo, estão chegando ou voltando. Estão indo felizes ou tristes?
Feliz mesmo é o pombo que até agora pouco estava aqui perto de mim. Tão frágil, andando no meio dos gigantes, mas se esquiva com uma destreza que me deixa bobo. De repente, o pequeno e frágil pombo, bate asas e voa. Agora, os gigantes são formigas. E lá em cima, está o pombo, imponente, como nenhum ser humano pode estar. Até que ele pousa de novo. E nessa troca de imponência e fragilidade ele vai vivendo, feliz.
...
Quantas pessoas bonitas passam à minha frente, mas nem se comparam a quantidade de gente feia. Queria que uma delas se sentasse ao meu lado, feia ou bonita, não importa. Mas elas ou estão correndo para pegar seus ônibus, ou estão correndo para ir embora da rodoviária, ou já tem companhia. Eu não me inlcuo em nenhuma dessas características e as outras pessoas que estão do mesmo jeito que eu, não estão por perto. Pois não vejo ninguém que esteja sozinho e sem pressa para ir a lugar algum.
...
Não quero me preocupar com a hora. Coloquei o celular pra me alertar quando for 19h40. Estou perto do meu portão de embarque, então, sem problemas. E como não pretendo comprar nada pra comer na viagem, posso me dar ao luxo de ficar aqui até não sentir mais a minha bunda.
...
Como está quente! No último dia de prova, eu ganhei um abanador de um curso preparatório pro vestibular. Nunca pensei que fosse vir a calhar! Mas eu estava até agora pouco a usá-lo... até que é bom, mas eu canso rápido de ficar me abanando. Alguém podia querer ficar me abanando... povo sem compaixão!
...
Trouxe um livro na mochila. Um que comecei a ler anteontem. Pretendia lê-lo enquanto estivesse esperando o ônibus, mas meu gosto pela leitura nunca consegue vencer o pela música.
...
17h36 agora. Vos deixo. Vou voltar a agarrar minhas pernas e esperar minha hora chegar, com a esperança de, sei lá, algo legal acontecer! Mas isso, com o abanador, que se faz necessário mais uma vez.


domingo, 11 de janeiro de 2009

The knife which wounds forgiven II



The knife of my sorrows killed me today...

sábado, 10 de janeiro de 2009

The knife which wounds forgiven I

There it is; the knife of my sorrows. Nothing I can do but stay still, smiling, while it comes to stab me. Ow, the pain...
The knife pulls back. I sketch another smile and open my arms (eyes full of tears) but all in vain... it stabs me again, and again, and again.
The Knife pulls back. My strength to be on my feet are gone, but still I open my arms. On my knees, but open they are! The tears, now they are more than just tears. They're requests. Requests that scream for the ending of the pain. Wow, this pain... make it stops!
The knife pulls back. Now I don't have strength even to be on my knees. I'm on the ground (the tears, now dry). But anyway, I'm still smiling and opening my arms...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A fórmula da felicidade

O Orkut hoje diz a minha sorte: Sua vida é limitada. Não perca tempo vivendo a vida de outra pessoa.
E se essa outra pessoa está dentro de mim? Como saber qual das duas eu sou realmente?
Pode ser a que me der mais felicidade... Mas não existe felicidade constante, então num momento, a pessoa, supostamente certa, estará infeliz, logo, será a pessoa errada. Então a outra será a certa? E se existir uma terceira pessoa?
Talvez a solução seja ser essas três pessoas, nos momentos de felicidade de cada uma...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Gasolina

"Coisinha-bonitinha, que você guardará para sempre! Quando você olhar, se lembrará da sua amiga mais cafona de todas [a que pinta a unha do pé de preto e a da mão de vermelho, a que usa grampo de doméstica e alisa só a parte da frente do cabelo] e conseguirá ouvir a dona Baratinha cantando no banheiro depois de tomar subitramina [?] [subtramina]. Ou
Olhando pro céu e vendo a pipa amarela caindo no mar, vire-se para o norte e sinta o cheiro da batata verde. Eletrizante, quente, frio, verde, laranja. Aprovado com a sandália dourada e o arco azul. As bolinhas ficam rodando sem parar e a boca abre como o grampo velho. A quitosana amarga evita o apetite e o grampo aperta a franja."

Assim é o poema mais lindo que já escreveram pra mim! Por isso, o primeiro post do ano vai para você...

a Vodka da minha garrafinha d'água.
o fósforo do meu cigarro.
a falta do meu apetite.
o ar condicionado do meu verão.
o meu revólver frente ao pagode.

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Sentirei muito a sua falta em 2009. Mas mataremos a saudade fazendo o dobro do que fizemos em 2008 e tomando chá verde com vodka no café da manhã!
Beijos, e te espero na minha residência com bastante hoddia.